Amor próprio

A gente sempre espera pelo outro.
Às vezes, uma resposta,
um sentimento neutro
ou uma simples proposta.
E o outro espera da gente
um pedido de desculpas,
uma saída pela tangente
ou um simples despir de roupas.

E nos entregamos de forma repentina
ao outro, ao desconhecido
e a tudo que nos fascina,
embora nada disso tenha sido
planejado, surgido de repente,
é que, às vezes, o acaso
dá umas dessas e a gente
vê que o amor não tem nada de raso.

Amar é mergulhar num oceano profundo
é deixar-se levar pela emoção,
e quando chegamos ao fundo
quase (sempre) perdemos a razão.
Às vezes, dói e nos faz perceber
que sucumbimos de um jeito sorrateiro.
Mas nunca devemos esquecer
Que o outro é a gente por inteiro.


Obrigado por ler até aqui.

Imagem adaptada de: sweet-veneno-blog

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