Sobre

Universo Transviado. Seu universo às avessas.

Olá, para entender este blog, você deverá responder mentalmente as seguintes perguntas:

  • Você já se sentiu deslocado, às vezes, como se não fizesse parte de um grupo de pessoas ou da sociedade em que vive?
  • Já esteve rodeado de pessoas, mas nunca se sentiu tão sozinho?
  • Alguma vez você já questionou se outras pessoas passam ou sentem o mesmo que você?

…Saiba que você não é o único que já passou por isso.


O blog Universo Transviado tem esse nome porque trata justamente dessas confusões emocionais e paradigmas sociais que rodeiam os indivíduos – e, principalmente, o autor que vos escreve -, todos os dias.

Todo mundo consegue criar seu universo pessoal de uma forma bem simples: através da imaginação. Enquanto isso, outras pessoas tornam o universo delas algo mais complexo: trazem-no para a realidade.

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Quando isso acontece, alguns comportamentos podem fugir dos padrões da sociedade.

É nessa hora que você se pergunta: Qual é a necessidade de rotular tudo o que se sente e a forma como demonstramos isso?

Isso também não é fácil de se responder, mas é possível descobrir o que se sente e transformar isso em algo positivo.

Esse é um dos propósitos deste blog: tentar compreender as relações individuais e coletivas.

Nesse viés, os meus ensaios de comportamento farão com que você perceba que é mais normal do que pensa, mas que existem coisas tão inéditas em sua vida que te surpreenderão!

Não obstante, você pode xeretar mais um pouco e encontrar algumas narrativas e poemas de autoria própria que criam universos particulares aos personagens e mostram alguns contextos que você certamente já vivenciou e irá se identificar – ou identificar algum conhecido.

Contudo, para continuar construindo esse universo, a ajuda deve ser mútua. É por isso que eu conto com você para compartilhar as postagens com seus parentes e amigos e deixar sua opinião ou suas críticas ao fim de cada leitura aqui no blog.


Compartilhe seus conhecimentos – e emoções – conosco!


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E como o blog começou?

No final de 2009 eu iniciei um projeto chamado Abrido & Aberto, que funcionava como uma revista virtual, daquelas adolescentes que falam sobre comportamento individual e coletivo, entrevistam pessoas – desconhecidas – e buscavam, acima de tudo, descobrir como nossos sentimentos funcionam.

O blog contava com alguns colaboradores que acabaram perdendo o ritmo e o entusiasmo das postagens, além de seus próprios problemas.

Então, em julho de 2012, resolvi criar o blog Pedaços do Charlie, que focava apenas nos ensaios sobre indivíduo e sociedade.

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No blog, eu brincava com ideia de um indivíduo que estava sempre se desmoronando por dentro e que a cada postagem ia juntando seus pedaços para colar e se reerguer.

O que eu aprendi com tudo isso?

Aprendi que, embora algumas vezes a gente possa desmoronar, outras vezes podemos nos desconstruir. E podemos influenciar os outros a se desconstruírem também.

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Descobri que por mais que fiquemos insatisfeitos com os outros, não podemos controlá-los.

Mas ainda não descobri como os sentimentos funcionam.

É por isso que eu te convido a fazer parte do blog  Universo Transviado.

Para questionar padrões, emoções e comportamentos que se tornam vigentes independentemente de nossos valores pessoais.

Essa é a minha meta para este blog: reforçar a participação e a criação coletiva na elucidação de uma ideia ou contexto.

“Resta uma juventude transviada e transgressora, que implora por cuidados, que cria drama e que clama, como se fosse um de seus últimos suspiros […].
(Setembro)


Quem escreve?

Eu me chamo Carlos Ferreira, ma você pode me chamar de Charlie.

 

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Eu sou um jovem com espírito de velho que insiste nos mesmos erros e que não acredita no amor, mas que, ao mesmo tempo, o coloca como inalcançável.

É assim que eu me torno aprendiz de teorias da sociedade e desconstruidor de memórias e de mim mesmo.

Acima de tudo, um indivíduo que ainda espera o melhor do ser humano.

Minha primeira experiência lidando com pessoas foi um fiasco.

Eu trabalhava numa loja de materiais para construção e, acredite, acordar cedo com pessoas que não sabem aproveitar bem a vida não é algo entusiasmante. Tanto que mal durei um mês naquela loja.

Mas eu precisava trabalhar não tinha muita opção, senão, lidar com gente.

No entanto, embora alguns parentes pensem que eu sou mimado e tratado como um príncipe – sou realeza, beijos – consegui me desenvolver muito bem num escritório de despachante automotivo.

Nessa mesma época eu participava ativamente do grêmio estudantil da minha escola e ainda sofria de estresse pré-vestibular.

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Foi aí que eu percebi que lidar com pessoas era a menor das minhas preocupações.

Graças a alguns jovens que desistiram da vaga para o curso de Ciências Biológicas da Unesp, eu consegui entrar sendo o segundo na lista de espera.

Hoje, sou formado em Ciências Biológicas e metido a escritor. E continuo estudando.

Aqui no blog, eu busco sempre envolver o leitor naquilo que escrevo, mas  o clichê instaurado em minh’alma invade qualquer coisa que posto.

Deve ser por isso que sou nostálgico e saudosista. Também gosto de pessoas educadas e criteriosas.

Ah! Eu também posso – e vou – te decepcionar.

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